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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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ALGUMAS IDEIAS PARA NÃO DESPERDIÇAR ALIMENTOS

Mäyjo, 03.02.17

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A União Europeia desperdiça todos os anos metade dos alimentos produzidos e a percentagem é ainda maior à escala mundial. A produção anual de resíduos alimentares nos 27 Estados-membros da União Europeia equivale a cerca de 179 quilos por pessoa.

 

1. Planeie as suas compras

Planeie as refeições para toda a semana. Veja o que falta no frigorífico e na despensa e faça uma lista dos produtos de que realmente precisa. Quando for às compras, leve a lista e siga-a à risca. Não se deixe tentar pelas ofertas especiais nem vá às compras de estômago vazio, pois arrisca‑se a chegar a casa com produtos que não lhe faziam alta. Evite os produtos pré‑embalados: prefira a fruta e os legumes a peso, pois poderá comprar exactamente as quantidades necessárias.

 

2. Verifique as datas

Esteja atento ao prazo de validade dos produtos. A menção “consumir até” indica que o produto só pode ser consumido até à data indicada (por exemplo, para a carne e o peixe). A menção “consumir de preferência antes de” indica a data até à qual o produto apresenta uma qualidade óptima; estes alimentos podem  ser consumidos sem risco mesmo depois da data indicada.

 

3. Não perca de vista o seu orçamento

Desperdiçar alimentos equivale a perder dinheiro.

 

4. Mantenha o frigorífico arrumado e limpo

Verifique se as embalagens estão bem fechadas e controle a temperatura do seu frigorífico. Os alimentos devem ser conservados a uma temperatura entre 1º e 5º C para que mantenham a frescura e o sabor.

 

5. Conserve os alimentos

Conserve os alimentos de acordo com as instruções indicadas na embalagem.

 

6. Faça uma rotação dos alimentos

Quando volta das compras, arrume os produtos no frigorífico ou na despensa, colocando os mais antigos na frente das prateleiras e os que acaba de  comprar no fundo. Evitará, assim, esquecimentos e más surpresas.

 

7. Não encha demasiado o prato

É preferível voltar a servir‑se quando tiver terminado o que tem no prato.

 

8. Utilize os restos

Não deite a carne ou as batatas que sobraram de uma refeição para o lixo. Pode consumir estes restos no dia seguinte, aproveitá‑los para confeccionar outros pratos ou congelá‑los. A fruta demasiado madura pode ser utilizada para fazer batidos ou sumos. Os legumes que  perderam a frescura podem ser aproveitados para fazer sopa.

 

9. Congele

Se comprar um pão grande e só comer uma pequena quantidade de cada vez, divida o restante em porções e congele. Tire a quantidade necessária do congelador algumas horas antes da refeição. De igual modo, divida os pratos que preparou em porções e congele‑as para ter refeições prontas para os dias em que estiver demasiado cansado para cozinhar.

 

10. Renda-se à compostagem

O desperdício de alguns alimentos é inevitável. Por que não pôr no seu jardim uma caixa de compostagem para os restos? Em poucos meses terá um precioso adubo para as suas plantas. Se viver num apartamento, um sistema de compostagem para a cozinha pode ser a solução. Coloque os restos no balde de compostagem, cubra-os com uma camada de micro-organismos e deixe fermentar.

 

CIENTISTAS DESCOBREM ALGA MARINHA QUE SABE A BACON FRITO

Mäyjo, 06.01.17

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Investigadores norte-americanos da Universidade Estatal do Oregon afirmam ter descoberto e patenteado uma nova estirpe de alga marinha com potencial para ser comercializada como o próximo super-alimento – e, segundo indicam, quando frita sabe a bacon.

 

Além de ser bastante rica em minerais e proteínas, a nova alga – que é uma variante da dulse, uma alga bastante popular na cozinha asiática – tem a particularidade de, quando cozinhada, saber a bacon e não a alga.

A bizarra criação tem o aspecto de uma alface vermelha e tem o dobro do valor nutricional de uma couve. A nova alga foi desenvolvida nos últimos 15 anos por Chris Langsdon, investigador principal da equipa. “O nosso trabalho aponta para que possa ser criada uma indústria de produção deste alimento”, indica Chuck Toombs, um dos investigadores envolvidos no projecto, ao Inhabitat.

Inicialmente, a investigação foi conduzida no sentido de a alga servir de alimento para animais, mas os progressos acabaram por demonstrar que as suas características – e sabor – são apropriados para a alimentação humana. Actualmente, os investigadores norte-americanos estão a trabalhar com Food Innovation Center, em Portland, e com vários chefs de cozinha para encontrar maneiras de incorporar a alga na culinária.